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3 perguntas que todo conselheiro deveria fazer sobre inovação digital


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A inovação é um diferencial de mercado, sendo que, muitas vezes empresas perseguem novidades tecnológicas sem ter muita noção do que realmente importa neste aspecto, onde seus gestores ficam muitas vezes desnorteados, parecendo aquelas pessoas madrugando na porta do Walmart americano, na véspera da Black Friday, querendo aproveitar as ofertas.

Neste sentido, muitas considerações teóricas e principiológicas são feitas sobre inovação em grupos de WhatsApp (a galera quer parecer inteligente no comentário e receber coraçãozinho no grupo), mas este tema requer abordagem também mais prática e direta, a despeito dos cursinhos de lero lero digital (estilo: vantagens no uso de AI, noções superficiais de cybersegurança para executivos e etc..) e manuais de institutos/organizações, que apenas fazem abordagens muito subjetivas do assunto.

Assim, devemos destacar os pontos principais que interessam diretamente aos conselhos, os quais estão amparados nos pilares da segurança da informação (pessoas, tecnologia e processos) e que, se resumem a: o que vamos fazer, pra que fazer e quanto vai custar a brincadeira.

Sobre o ponto processos há que se indagar o quanto os sistemas da empresa estão aptos a receber novas ferramentas (possivelmente de AI) ou implantar uma automação em algum setor, o que enseja cautela com sua arquitetura e renovação de políticas de segurança da informação, principalmente com aumento do fluxo de dados armazenados e trafegados em nuvem, o que requer redefinição de necessidades de serviços como o balanceamento de cargas em recursos para atender demandas de protocolo DNS, por exemplo, o que custa dinheiro parceiro.

No ponto pessoas, há que se perceber que uma mudança de ambiente digital requer também pessoas preparadas para performar suas tarefas em outro contexto, o que enseja treinamento para a massa de colaboradores e alocação de líderes com formação compatível com as novas funcionalidades, para que possam ser extraídas métricas de aproveitamento do investimento.

Sobre tecnologias, importa escolher não só as mais adequadas para as necessidades corporativas como também ter um planejamento sobre o ROI que se pode obter, em termos de valores e de tempo, para entender-se a adequação de um investimento, que pode ser muito alto, levando-se em consideração a expectativa dos investidores.

Tudo isso dever ser cuidadosamente pensado e definido, o que não é tarefa simples como organizar um churrasco aqui no RJ


 
 
 

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